25 de dezembro de 2011

Lua Rosa

Rosa de asas, Anjo da noite
É a Lua que embala
O céu azul cansado
E desvela a imensidão noturna.


A Lua se cobre de liriais,
Branquíssimas vestes.
Se não fosse a escuridão, 
Que a enobrece,
O que seria
Dessa lânguida fantasia?


Multifacetada Lua
De esplendor e heterogeneidade.
Às suas quatro fases,
Já vistas,
Descortina-se uma quinta:
Lua Rosa! Sutil vigor
E Pluri-singularidade.


A noite é um palco infinito
Em que sua voz se expande,
Se agiganta!
Sua beleza, sua grandeza, sua arte
Enchem o céu inteiro:
Astronômico tablado!


Reboa no universo
O eco de seus versos
"Ecos de uma louca", mística ópera,
E o desabrochar infindo
Da mais sublime e encantadora
Rosa


(Calliope, 24/12/11)
 
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