11 de novembro de 2011

Recorte


A poesia desceu do livro,
À livraria, deu de ombros
E colou-se no muro:

ARTE COMO CRIME
CRIME COMO ARTE*

*O autor não assinou a poesia e ela brilhou sozinha num muro qualquer dessa cidade.

2 comentários:

Grigório Rocha disse...

Quero postar um comentário curto que resuma e sintetize o que penso desse seu poema tão provocativo e inspirador: "belo!"

Leandro de Assis disse...

importante é a poesia cumprir sua missão: fazer refletir.

 
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