7 de agosto de 2011

Espectro

Era um tal poeta de Espectro
Papel e pena à mão.
Por mais que rabiscasse, circunspecto
Seus versos se assemelhavam a batatinhas pelo chão.

(06/08/2011)

Um comentário:

Grigório Rocha disse...

Uma bela homenagem de Calliope para essa angústia do ser poeta, o desafio de colocar em palavras o indefinível, que é representada, de forma até bem humorada, no filme Peixe Grande. Um poema singelo e sensível.

 
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