3 de junho de 2009

Relógios

16:40 (Medo)
Paraliso no caos
Idéias difusas
Incêndio de constelações ausentes
Minha estrela cadente pura
De horas tão vãs
Te curo só pela vontade
Quero ser um remédio
De combate ao medo
Respingos...
Parem os relógios
No ideário do feliz intento.
Seu sorriso, seu tormento
Riscam minha alma, minha cara.
(Calliope, 03/06/2009)

3 comentários:

eric coutinho disse...

Putz! Só tem poesia aqui cara? Boas por sinal. Parabéns e obrigado pela visita e comentário no boteco!

eric coutinho disse...

Sim, acho maravilhosa a iniciativa de pessoas como você, disponibilizando um material desse "naipe" na rede! poucos blogs são assim, mas porra, recomendo a todos!

abs

Kenia Cris disse...

Tenho uma conexão quase que histórica com duas palavras que aparecem aqui: Estrela e Relógio.

E agora me dei conta de que você escreveu esse poema aqui no dia do meu aniversário!!!

Você escreve de maneira muito impressiva. Se fosse um pintor, acho que seria Van Gogh. Sua expressão é muito forte.

Beijoquita!

 
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