24 de janeiro de 2009

Leia-me Quem Quiser


Não costumo usar a minha franqueza
Como instrumento de tortura.
Falando, operamos o Bem, o Mal, a Destruição.
Deito a minha franqueza no papel.
E aí, meu caro, leia-me quem quiser,
Pois já nasci versificada!
(Calliope, 21/01/2009)

Nenhum comentário:

 
BlogBlogs.Com.Br