23 de março de 2008

Canto de Passagem

Ontem, errei ao me entregar
Demais e sem controle!
Não posso parar os Relógios
Das Emoções Absolutas...
Eles param sozinhos
Sem controle!
Hoje, errei ao me entregar
Criando regras, barreiras
Por que não posso parar os Relógio
Das Emoções Absolutas?
Porque estes Relógios
Giram sem controle!
E descontrolam meu coração.
Foi assim, que minha infância passou correndo,
Diante dos meus olhos.
Foi assim, que meu criador morreu afogado,
Que o século XIX expirou...
E assim, os amores do passado
Passaram chorando.
E assim, os amores do futuro
Passarão sorrindo.
Assim, talvez, -quem há de saber?-,
Passarei cantando
O tempo que passou.
(Calliope, 15/03/06)



5 comentários:

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Cadi disse...

Gostei muito do poema, porém sou forçado a fazer uma pequena correção: "Por que" no texto não leva acento "^". Ele só é necessário quando este por que vem no fim da frase.

Delirium disse...

Meu caro editor particular, obrigada pela correção! Já foi feita!

Orly Junior disse...

Muito bom. Gostei do contexto sobre o tempo que passa e as coisas acontecem. Ilusões, desilusões fatos importantes e nem tão importantes, mas que passam por nos nos guiando ou não, mas ensinando (aos que aprendem, é claro).
Muito bom mesmo.

 
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