25 de maio de 2007

O Pão Parabólico

Noção perdida de árduo trabalho,
Intelecto construído na televisão.
Tu não passas de um fanfarrão!
De mais utilidade, goza um espantalho.

Trabalhas uma ova! Te nutres de subsídio!
E ainda inventa a “Parábola do Pão”.
Escancara a boca, cheia de sermão
Para humilhar os outros. Que coisa horrível!

Que moral tu tens para falar,
Porco adúltero, vulgar,
Se comes à custa do contribuinte?

Nunca pegou no cabo da enxada
E haverás de morrer com a boca inchada
A lhe faltar o pão parabólico do acinte!
(Calliope, 26/04/06)

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